Rabino que apoiou a cidadania de Abramovich é proibido de sair de Portugal

Futebol – Anúncio do anfitrião da Copa do Mundo da FIFA 2018 e 2022 – Messezentrum – Zurique – Suíça – 2/12/10 Rússia 2018 Embaixador e proprietário do Chelsea Roman Abramovich Crédito obrigatório: Action Images / Matthew Childs / File Photo

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LISBOA, 12 Mar (Reuters) – Um rabino responsável pela certificação que permitiu ao bilionário russo Roman Abramovich e outros obter a cidadania portuguesa não tem permissão para sair do país e deve se apresentar às autoridades quando solicitado, disse a agência de notícias Lusa neste sábado.

Oficiais da Polícia Judiciária, a agência nacional de investigação criminal, detiveram o rabino Daniel Litvak na quinta-feira como parte de uma investigação em andamento do Ministério Público sobre como o proprietário do clube de futebol do Chelsea, Abramovich, recebeu a cidadania. consulte Mais informação

Abramovich foi sancionado pelo governo britânico por suas ligações com o presidente russo Vladimir Putin e a invasão da Ucrânia pela Rússia. Ele negou ter tais vínculos.

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Ele recebeu a cidadania portuguesa no ano passado com base em uma lei que oferece naturalização a descendentes de judeus sefarditas que foram expulsos da Península Ibérica durante a Inquisição Medieval. consulte Mais informação

As genealogias dos candidatos são examinadas por especialistas em uma das comunidades judaicas de Portugal em Lisboa ou Porto. A comunidade portuense, onde Litvak é o rabino, foi responsável pelo processo de Abramovich.

Há pouca história conhecida de judeus sefarditas na Rússia, embora Abramovich seja um sobrenome comum de origem judaica Ashkenazi.

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Citando uma fonte judicial, a Lusa disse que as autoridades tomaram “medidas coercivas” contra Litvak enquanto ele aguarda o andamento dos processos judiciais.

A Polícia Judiciária não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

Os representantes da comunidade judaica no Porto não responderam de imediato aos pedidos de comentário.

A Lusa disse que Litvak, que se preparava para viajar para Israel quando foi detido, foi solicitado a entregar o seu passaporte e deve apresentar-se periodicamente às autoridades.

A comunidade judaica do Porto negou qualquer irregularidade e disse ter sido alvo de uma campanha de difamação, acrescentando que Litvak supervisionou o departamento que certifica a nacionalidade portuguesa com base em critérios que “foram aceites pelos sucessivos governos”.

Em comunicado divulgado na sexta-feira, a Polícia Judiciária e o Ministério Público disseram existir suspeitas de branqueamento de capitais, corrupção, fraude e falsificação de documentos no processo de concessão de cidadania a descendentes de judeus sefarditas.

Cerca de 57.000 descendentes de judeus sefarditas receberam cidadania desde que a lei foi implementada em 2015, segundo dados oficiais.

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Reportagem de Catarina Demony; Edição por Hugh Lawson

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